Tupinambás
Teresa >> Me mostre qualquer historiador provando que povos indígenas traficava escravos.
William > >Tupinambás (Brasil)
Prisioneiros de guerra eram mantidos em cativeiro antes do ritual de antropofagia, realizando tarefas para o grupo.
“Florestan Fernandes”: A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá (1952) e A Organização Social dos Tupinambá (1949).
Comanches e Haida (América do Norte): Capturavam membros de tribos rivais para trabalho forçado e comércio.
Maias, Astecas e Incas (América Central e do Sul):
Prisioneiros e devedores eram submetidos ao trabalho escravo ou destinados a sacrifícios religiosos.
João >> É uma estupidez querer comparar ao mesmo pé de igualdade a dominação de escravos que se fazia internamente em cada civilização com a que os europeus fizeram ao redor do mundo.
William >> É uma estupidez punir alguém por tirar as melhores notas na sala de aula.
Europeus avançaram mais rapidamente
tecnologicamente...
João >> A que custo chegaram a isso?
Isso não importa pra VC?
Um aluno que chega a boas notas colando e outro que tira nota normal com esforço próprio na faz diferença?
William >> O esforço dos europeus foi próprio ao desenvolverem tecnologias melhores.
Kleber >> Pra quem conhece melhor o que é a espécie humana; sabe que o que diferenciam povos, são as armas, o armamentos utilizados!
Se existem ou existiram um povo bonzinho como cordeirinhos ainda não foi registrado.
William >> É o problema do "se"😉.
Se os Astecas tivessem desenvolvido melhores ferramentas que os Europeus, mais cedo ou mais tarde ocupariam a Europa (como fizeram Otomanos).
Imaginar que isso seria feito "com amor" pelos Astecas ... na imaginação pode acontecer qualquer coisa na realidade a natureza humana predomina.
João >> Muitas invenções foram roubadas de negros, e impedidas de serem patenteadas pelos verdadeiros autores negros...
Isso não importa?
Recursos roubados de África enriquecem a Europa e elevaram eles até onde chegaram isso não importa na análise?
William >> O que tornou a Europa mais rica foi a revolução Industrial.
Mas antes, Grécia e Roma também já foram potências.
Estamos os culpando pelo que exatamente?
Serem mais inteligentes?
Exemplo:
Livros impressos provocaram uma revolução do conhecimento na Europa.
Alguém antes já tinha pensado na prensa?
Pode ser, mas Gutemberg a pôs para funcionar em grande escala.
Mesmo que um africano tenha pensado nisso antes, se não encontrou ambiente para levar sua ideia a cabo ... que culpa tem os europeus!?
Decifra-me ou te devoro!
João>> Vais me dizer que não sabes dos hieróglifos nem dos papiros no Egito😫😫😫😫🤣🤣🤣🤣🤣
O que VCS estudam na História aí no Brasil?
William >> Você acha que devemos indenizar os egípcios por isso?
João >>O que uma coisa tem a ver com a outra?
Não é VC quem dá tanto crédito aos europeus?
Eu só te provei o q VC pediu e nem precisei tanto é coisa básica da história
A Europa não é a única que cria coisas seja na ciência, tecnologia etc
Isso tá mais do que provado nem são os pioneiros como se dizem ser.
“A Europa não é a única que cria coisas seja na ciência, tecnologia etc
Isso tá mais do que provado nem são os pioneiros como se dizem ser.”
William >> Pode copiar e colar algum comentário ou texto onde “eu” digo isso?
Nunca ouvi um europeu dizendo que eles criaram hieróglifos, pólvora ...
O dinheiro que poderosos africanos ganharam com o tráfico poderia ser investido em desenvolvimento naval, industrial, da agricultura...universidades.
Você que conhece bem a história africana o que os nativos poderosos faziam com a grana?
Nota: Ele não me respondeu então perguntei ao Gemini.
"Os líderes e reinos africanos enriqueciam trocando cativos por bens de alto valor e prestígio.
As moedas e mercadorias recebidas (ouro, prata, conchas cowries) eram usadas para financiar exércitos, expandir territórios e adquirir armas de fogo, garantindo a hegemonia militar sobre grupos rivais.
As conchas cowries (ou búzios, em português) são conchas pequenas de moluscos marinhos do gênero Cypraea, encontradas principalmente nas águas quentes dos oceanos Índico e Pacífico.
Por sua durabilidade, formato uniforme e dificuldade de falsificação, elas foram amplamente utilizadas como moeda de troca (dinheiro de concha) em várias regiões da África Ocidental, Ásia e Oceania durante séculos.
Os chefes também ostentavam riqueza com artigos de luxo europeus (tecidos de seda, bebidas alcoólicas, espelhos, tabaco e vidros), redistribuindo parte dos bens para reforçar alianças políticas e manter a lealdade de suas elites locais."
Vejam que nada impedia os chefes africanos de investir em "conhecimento", porem preferiam a ostentação e preservação do poder.
✧✧✧
Resumo:
1. Universalidade das Práticas de Cativeiro: A servidão e a captura de prisioneiros para trabalho ou rituais não foram exclusivas dos europeus, estando presentes em sociedades pré-colombianas e nativas americanas (como Tupinambás, Comanches, Maias, Astecas e Incas).
2. Desenvolvimento Tecnológico e Esforço Próprio: O avanço europeu ocorreu devido a inovações e à capacidade de aplicar tecnologias em grande escala (como a prensa de Gutenberg), e não apenas por colagem ou cópia.
3. Natureza Humana e Geopolítica: A expansão territorial e a dominação decorrem da disparidade militar e da busca por poder; se povos pré-colombianos (como os Astecas) tivessem tecnologia superior, também teriam expandido seus domínios.
4. O Papel da Revolução Industrial e da História: O verdadeiro salto de riqueza europeu deu-se com a Revolução Industrial, sucedendo outros momentos de hegemonia histórica no mediterrâneo (como Grécia e Roma).
5. Ambiente e Aplicação do Conhecimento: Criar uma ideia é diferente de viabilizá-la e disseminá-la em grande escala; a responsabilidade pelo desenvolvimento depende do ambiente sociocultural favorável à inovação.
6. Uso dos Recursos pelas Elites Africana do Tráfico: As elites locais que enriqueceram com o tráfico transatlântico optaram por investir em poder militar local, artigos de luxo e manutenção de alianças, em vez de infraestrutura, universidades, frota naval ou indústria.
7. Responsabilidade das Escolhas das Elites Locais: O conhecimento e a riqueza gerados no comércio poderiam ter sido aplicados no desenvolvimento estrutural das sociedades africanas, mas a prioridade das lideranças foi a ostentação e a preservação do poder político.
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