Se o Flávio Ganhar
William >> Confesso que estou um tanto "apático".
Se o Flávio ganhar tem seu lado bom, o Brasil provavelmente vai diminuir a excessiva irresponsabilidade fiscal.
Se o Inácio ganhar, o lado bom é que ele mesmo vai ter que lidar com a arapuca econômica que criou.
E o povo?
Não existe povo inocente, todos (que se importam) estão cientes do caos que tomou conta da Venezuela e da Argentina recentemente ao insistirem nos gastos exorbitantes sem a receita correspondente.
O Brasil é do jeito que a maioria dos votos válidos querem que seja.
Os brasileiros que não se importam, anulam os votos, é o direito deles.
João >> SE O FLÁVIO, GANHAR O BRASIL VIRA UMA DITADURA. 😁😁😁😁
William >> Nem consigo imaginar como.
a) Apesar de toda roubalheira e incompetência os políticos mais a esquerda sempre estão em grande quantidade no Congresso, PT, PSOL, PCdoB, PSB, PDT...
b) O judiciário esta bem aparelhado pelo PT.
c) Já vi pesquisas confiáveis nacionais e internacionais sobre como os jornalistas se identificam mais com a esquerda.
d) Grandes empresários brasileiros nem se preocupam em disfarçar a grande preferência pelo PT.
Itaú, BRADESCO, BTG ... em 2022 a "Faria Lima" fez até uma carta de apoio.
e) Nossas Forças Armadas são politicamente divididas igual o restante da população.
Lula não tem os militares fiéis a ele, Flávio menos ainda.
Enfim, se Flávio não for burro demais para deixar a "ilusão de poder" subir a sua cabeça, vai tentar ser o mais integro possível... sei que vai ser difícil para ele 😂.
Se Flávio não se esforçar para combater a corrupção ... o mais provável é o "Desfecho Collor".
Nota: Claro que torço para que tudo corra satisfatoriamente.
Se Flávio fizer um governo satisfatório a ponto da maioria desejar sua reeleição ... teremos motivos reais para comemorar.
Por enquanto é não se animar muito, já vimos o Brasil ameaçar se levantar pelo menos umas 3 vezes e voltou a deitar no famoso "berço esplendido".
✧✧✧
Resumo:
1. Apatia e cenários econômicos: Você enxerga aspectos práticos em ambos os cenários eleitorais: uma vitória de Flávio poderia conter a irresponsabilidade fiscal, enquanto uma vitória de Inácio o forçaria a enfrentar a crise econômica criada por sua própria gestão.
2. Responsabilidade do eleitorado: Argumenta que não há "povo inocente", pois a população está ciente dos impactos do descontrole fiscal observados em países vizinhos (como Venezuela e Argentina). O país reflete as escolhas da maioria dos votos válidos.
3. Inviabilidade de uma ditadura: Contesta o receio de um regime autoritário sob Flávio, sustentando que a estrutura institucional, política e social do país impede tal concentração de poder.
4. Força e presença da esquerda nas instituições: Destaca que a esquerda mantém forte representatividade no Congresso Nacional (PT, PSOL, PCdoB, PSB, PDT) e consolidação no Judiciário, atuando como um contraponto contínuo.
5. Alinhamento da imprensa e do setor financeiro: Aponta que grande parte do jornalismo e expressivos setores do mercado financeiro e grandes bancos ("Faria Lima") demonstram clara preferência ou apoio a pautas e governos de esquerda.
6. Forças Armadas divididas: Observa que os militares refletem a divisão política da própria sociedade, não sendo incondicionalmente fiéis nem a Lula nem a Flávio.
7. Risco de "Desfecho Collor" e ceticismo histórico: Alerta que, sem o combate efetivo à corrupção e uma postura íntegra, Flávio enfrentará o risco de um impeachment (como Collor). Conclui com um otimismo cauteloso, lembrando que o Brasil já deu falsos sinais de recuperação no passado.
.




Comentários
Postar um comentário