Gabinete do Ódio
Bruno >>Nas redes sociais que visito; os petistas estão feitos demônios atacando o Flávio.
William >> É que você só olha a postagem principal.
O Governo nem esconde o fato de financiar (com dinheiro dos impostos) um “Gabinete do Ódio”, aquilo que eles diziam que os bolsonaristas faziam.
De mais ou menos Março até Junho apareciam no meu blog anúncios falando horrores do Flávio e Tarcísio, fake news total.
Não tinha como deletar.
Quando ocorre um anúncio que eu não aprovo, aparece um x no alto da imagem.
Basta eu clicar, a ferramenta apaga no exato momento e diz que vai tirar aquele anúncio da minha página.
Com os anúncios contra Flávio e Tarcísio o x de deletar … foi deletado.
Vou falar do X que é onde é mais fácil perceber.
Raramente eu sigo alguém mais à esquerda.
Se aparece alguma postagem eu comento caso sinta vontade.
Na minha página deveria predominar postagens de direita, só que não.
90% é de esquerda, algum impulsionamento deve estar acontecendo.
Se eu olhar só para as postagens principais e tomar isso como base … Lula já está eleito com 90% dos votos.
Porém, as que me chamam atenção, leio pelo menos uns 10 comentários.
Geralmente 70% para mais é criticando a postagem principal e o governo Lula.
Eu faço o que posso fazer.
Dou joinha e engrosso o coro dos discordantes com algum comentário usando meus ótimos argumentos.😉
Petistas têm o poder da grana e da máquina estatal.
Mas os comentários mostram que não estão dominando a narrativa.
Na hora do voto, o cara que posta a “manchete” vale um único voto.
Os comentários negativos a ele também.
Amém?
(Preferia que a urna emitisse o voto impresso, quem sabe até 2030 tenhamos essa modernidade que até venezuelanos e indianos têm.)
✧✧✧
Resumo:
1. Uso da máquina estatal e financiamento público: O governo atual financia, com dinheiro dos impostos, estruturas de ataque e impulsionamento político (o que o autor define como um "Gabinete do Ódio").
2. Censura em ferramentas de moderação: Anúncios difamatórios contra Flávio e Tarcísio veiculados no blog do autor tiveram o botão de exclusão (x) removido pela plataforma, impedindo a remoção de fake news.
3. Artificialismo no alcance das redes sociais: Apesar de o autor consumir conteúdos de direita, seu feed é dominado por cerca de 90% de postagens de esquerda, evidenciando um forte impulsionamento algorítmico ou patrocinado.
4. Discrepância entre manchetes e engajamento real: Enquanto as postagens principais tentam ditar uma narrativa favorável ao governo, a maioria dos comentários (cerca de 70% ou mais) é altamente crítica à gestão de Lula.
5. A força da contra narrativa nos comentários: O engajamento espontâneo do público através de curtidas e comentários críticos demonstra que o governo não detém o controle efetivo sobre a opinião e a narrativa dos eleitores.
6. Igualdade de peso no sufrágio: Independentemente do poder financeiro ou da máquina estatal investida em impulsionamentos, o voto da máquina de propaganda vale exatamente o mesmo que o voto do cidadão comum nos comentários.
7. Defesa do voto impresso auditável: O autor conclui defendendo a transparência eleitoral por meio da adoção do voto impresso, que até Índia e Venezuela já tem.
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