Negociar com o Patrão
Adélia >>"Quando a gente diz que é o trabalhador
quem produz riqueza, nos chamam de comunistas
e nos acusam de odiar bilionários, mas em qualquer
situação de calamidade ou não, fica evidente o que
até os bebês já sabem.
Aliás, taí mais uma situação (pandemia) onde
empurraram trabalhador pra morrer, com o discurso
de salvar a economia.
Economia de quem???"
William>> Se o trabalhador produz riqueza por si só, porque não ficou mais rico nas quarentenas!?
Teve tempo de sobra para produzir riqueza.😂
Youtuber >> A ideia de "negociar livremente com o patrão" é uma ilusão na prática.
No cotidiano, não escolhemos férias ou horários de folga; quem decide é a chefia, sob pena de descontos.
A enorme massa de desempregados e trabalhadores precários concorre intensamente por vagas regulares (como um cargo CLT de salário mínimo), gerando um abismo de poder intransponível entre a empresa e o indivíduo.
Essa dinâmica reflete o conceito de exército industrial de reserva, garantindo todo o poder de barganha ao empregador.
Por isso, conquistas como salário mínimo e limites de jornada são proteções legais essenciais disputadas contra a precarização extrema.
William >> Não sei de pessoas que tem esse tipo de ilusão “negociar livremente com o patrão”, pelo menos do nível apresentado no vídeo.
Quando o cidadão está em uma entrevista de emprego (RH) ele não está contratado, logo nem ao menos tem a relação “patrão - empregado”.
Se a vaga interessa, mas as condições não, é só o entrevistado desistir da vaga.
Desistir também faz parte de uma negociação.
Você se interessa por um automóvel, acha o preço bom até ver que ele tem avarias que custarão caro.
Pede desconto, o vendedor não dá ou não chega a um preço que compense, você desiste, isso foi uma negociação.
De repente o entrevistado está precisando muito de alguma renda com certa urgência.
Aceite a vaga e continue atento a outras oportunidades.
Uma vez aceita a vaga, é assinado um contrato.
Se você se compromete a estar no local às 7 horas pronto para trabalhar … é isso que deve fazer.
Houve um imprevisto com seu filho na creche e um determinado dia você vai se atrasar, isso pode ser negociado.
Se há possibilidade de compensação, talvez o patrão aceite.
Entretanto, se o problema na creche não é culpa sua, muito menos é da empresa.
Você quer receber sem trabalhar porque!?
Se o patrão disser que houve um imprevisto (uma grande venda que não se concretizou) e vai te pagar 10% a menos do que está no contrato você vai aceitar de boa!?
No mais é o que já escrevi várias vezes …
Não entendo uma coisa nos mais à esquerda.
Não tem nenhuma lei impedindo COOPERATIVAS COLETIVAS, como pregava o Pai Marx.
Esquerdistas são tantos, muitos endinheirados.
Como não visam lucro seus produtos e serviços seriam muito mais baratos, claro que todos nós pobres iríamos preferir.
Porque não colocam em prática a teoria!?
Além do mais, para os mais à esquerda, “patrões” não trabalham.
Isso dispensa toda parte administrativa.
Uma maior redução de custos, barateando ainda mais produtos e serviços prestados por cooperativas coletivas.
As empresas “tradicionais” não teriam a mínima chance.
Porque se limita a criticar empresas “tradicionais”?
Se conseguem fazer melhor … FAÇAM!
Não tem nenhuma lei impedindo COOPERATIVAS COLETIVAS, como pregava o Pai Marx.
Esquerdistas são tantos, muitos endinheirados.
Como não visam lucro seus produtos e serviços seriam muito mais baratos, claro que todos nós pobres iríamos preferir.
Porque não colocam em prática a teoria!?
Além do mais, para os mais à esquerda, “patrões” não trabalham.
Isso dispensa toda parte administrativa.
Uma maior redução de custos, barateando ainda mais produtos e serviços prestados por cooperativas coletivas.
As empresas “tradicionais” não teriam a mínima chance.
Porque se limita a criticar empresas “tradicionais”?
Se conseguem fazer melhor … FAÇAM!
Sindicatos deveriam organizar os trabalhadores em cooperativas no estilo marxista, melhor que ficar administrando colônia de férias ou fazendo panfletagem…
✧✧✧
Resumo:
1. Questionamento sobre a geração isolada de riqueza: Se o trabalhador gerasse riqueza inteiramente sozinho e por si só, o período de quarentena na pandemia — no qual houve tempo de sobra — teria resultado em enriquecimento individual, o que não ocorreu na prática.
2. Definição de negociação na entrevista de emprego: A negociação começa antes do contrato. Se as condições oferecidas no processo seletivo não forem atraentes, o candidato pode recusar/desistir da vaga — e o ato de desistir é parte legítima de uma negociação (assim como na compra de um automóvel com avarias).
3. Estratégia prática diante da necessidade: Quando há urgência financeira, o caminho pragmático é aceitar a vaga disponível e permanecer atento a oportunidades melhores, honrando o contrato assinado enquanto estiver na função.
4. Respeito aos compromissos contratuais: Os termos acordados (como horário de chegada) devem ser cumpridos. Eventuais imprevistos pessoais podem ser negociados com compensação, mas a empresa não deve assumir custos por problemas alheios à sua responsabilidade, assim como o funcionário não aceitaria reduções salariais sob a justificativa de imprevistos financeiros do patrão.
5. Viabilidade não explorada de cooperativas: Não existem impedimentos legais para a criação de cooperativas coletivas. Como a esquerda conta com um número expressivo de adeptos e recursos, poderiam criar cooperativas sem foco no lucro para oferecer produtos e serviços mais baratos.
6. Contradição sobre a gestão empresarial: A visão de que patrões "não trabalham" ignora o valor da gestão. Se a administração fosse dispensável, as cooperativas teriam custos operacionais ainda menores, tornando-se imbatíveis frente às empresas tradicionais.
7. Proposta de mudança de papel dos sindicatos: Em vez de focar apenas em panfletagem ou administração de colônias de férias, os sindicatos deveriam atuar de forma prática organizando os trabalhadores em cooperativas de produção.
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