Clube do Pum
Roberto >>Paulo Guedes falou para quem joga se f4der!!!
Só que ele não avaliou que a família desse que joga, também se prejudica.
Será que ele também pensa que a família desse viciado no jogo, também tem que se f4der???
William >> Não vi e nem pretendo ver o vídeo.
Defendo ideias, não pessoas, entretanto busquei um resumo da fala.
A fala do ex-ministro da Economia Paulo Guedes ocorreu na famosa reunião ministerial de 22 de abril de 2020, no governo de Jair Bolsonaro, cujo vídeo teve o sigilo levantado e foi divulgado pelo STF em maio daquele ano.
Na ocasião, Paulo Guedes e o então ministro do Turismo defendiam a liberação e legalização de grandes cassinos e resorts no Brasil.
Em resposta às preocupações e divergências levantadas pela então ministra Damares Alves (Família e Direitos Humanos), Guedes defendeu a ideia em tom informal:
Deixa cada um se foder do jeito que quiser.
Principalmente se o cara é maior, vacinado e bilionário.
Deixa o cara se foder, pô! [...] Lá não entra nenhum brasileirinho desprotegido."
Ele sustentou que tais estabelecimentos não deveriam permitir a entrada da população de baixa renda ("brasileirinhos"), alegando que a medida não afetaria a família do trabalhador brasileiro.
(Gemini)
Não tem nada relacionado a Bets e sim com Cassinos que convenhamos é um estabelecimento físico com todas as limitações de público que isso impõe.
É a mesma coisa que comparar o acesso ao Cinema com o acesso ao YouTube.
"Eu" não quero que ninguém se lasque.
Desejo o bem para todos.
Se a pessoa chegou a ficar viciada em jogos, torço para que busque tratamento.
Porém ... apostar sem dinheiro e sem crédito não dá.
Uma hora a pessoa vai ter que parar de qualquer jeito.
A família deve seguir em frente, fazer o que!?
Meu pai era alcoólatra, ficamos juntos enquanto foi possível.
Quando eu tinha 10 anos, minha mãe deu um basta, a vida (dificílima) seguiu.
Que bom que eu tivesse um pai tão responsável quanto sou com minhas filhas ... mas não foi nessa vida, azar o meu.
Nelson Rodriguez tinha uma frase para esse tipo de situação:
"A vida como ela é".
Não, ele não diz que toda vida é igual.
No contexto da sua obra ele quer dizer que a REALIDADE (justa ou não) por vezes se impõe e temos que decidir o que fazer.
Se acomodar, buscar coisa melhor ou menos ruim.
Acomodação: Continuamos com os jogos na clandestinidade, com os mesmo efeitos nocivos em algumas pessoas as quais temos que tratar (SUS) do mesmo jeito com uma diferença, nenhuma arrecadação de impostos nem fiscalização.
"Bicheiros" e afins ficam com esse mercado.
Buscar coisa melhor: Assim como fazemos com o combate do vicio em drogas, conscientização de quanto elas podem destruir sua vida.
Sentiu que esta exagerando em uma "diversão", por conta própria se imponha uma disciplina.
Se acha que não dá conta procure ajuda profissional.
O melhor é se divertir sem que vire vicio.
O menos ruim: Não adianta a ilusão que vamos eliminar vícios da face da Terra.
As pessoas tem "gostos" que nem elas conseguem explicar.
Proibir legalmente é fácil, impedir que aconteça de fato é bem mais complicado.
Me veio a mente algo bem ridículo que entretanto serve como ótimo exemplo.
Pessoas que se divertem com "PUM", flatulência.
Li há muito tempo uma matéria séria na revista
Seleções do Reader’s Digest sobre pessoas que gostavam de cheirar o próprio pum.
Quando deitados na cama, chegavam a pe*dar e cobrir a cabeça com cobertor para sentir a "qualidade da obra"😂.
Se a matéria não estivesse nessa revista eu desconfiaria de zoação.
Nota: Nem em sonhos eu tinha dinheiro para comprar ou assinar essa revista.
Na biblioteca do SESI, havia muitas dessas revistas doadas por alguém, edições antigas.
Não, eu nunca encontrei alguém que confessasse publicamente ter esse habito.
Mas um dos meus momentos sociais mais sofridos era quando aparecia algum colega de trabalho, escola, bairro ... que tinha prazer em soltar gases para impressionar a galera em volta.
Por favor, não sou ignorante, sei que a flatulência pode ocorrer involuntariamente com qualquer um.
Estou falando das pessoas que deliberadamente soltam o gás tóxico propositalmente e com um estranho prazer.
Considero uma falta de civilidade inominável, selvageria mesmo.
Esse texto é uma tentativa de conscientização para quem tem esse hábito.
Aprecie sua obra no banheiro ou debaixo do cobertor, não exponha a narizes alheios a não ser que você encontre seus pares e façam um "Clube do Pum".
Se surgir alguma atividade econômica ... que pague impostos como todas os outras.
Essa lógica entra em sua mente?
A influenciadora e ex-participante de reality show Stephanie Matto.
Em 2021, a americana viralizou ao faturar cerca de R$ 260 mil por semana vendendo suas flatulências armazenadas em pequenos potes de vidro.
Para atender à demanda, ela mantinha uma dieta rica em feijão, ovos e proteína.
O negócio terminou em 2022, quando ela foi hospitalizada com dores no peito decorrentes do excesso de gases acumulados.
(Gemini)
Em 2021, a americana viralizou ao faturar cerca de R$ 260 mil por semana vendendo suas flatulências armazenadas em pequenos potes de vidro.
Para atender à demanda, ela mantinha uma dieta rica em feijão, ovos e proteína.
O negócio terminou em 2022, quando ela foi hospitalizada com dores no peito decorrentes do excesso de gases acumulados.
(Gemini)
Atenção: O que for considerado crime deve ser tratado como tal.
(Antes que algum problematizador sugira ironicamente regulamentarmos ped*filia, est*pro, corrupção ...)
✧✧✧
Resumo:
1. Diferença de contexto entre Cassinos e Bets: A fala de Paulo Guedes se referia a cassinos físicos (com limitação de público, voltados a milionários e estrangeiros), o que difere do impacto e alcance amplo e digital das apostas online (bets).
2. Empatia e limitação do vício: Desejar o bem ao viciado e torcer por sua recuperação não anula a realidade prática: o jogo sem crédito ou dinheiro tem um limite forçado.
3. Enfrentamento da realidade ("A vida como ela é"): Citando a experiência própria com o pai alcoólatra, a realidade se impõe a famílias diante de vícios; cabe decidir se acomoda, se busca algo melhor ou opta pelo menos ruim.
4. Ilegalidade e clandestinidade vs. Regulação: Proibir não elimina os vícios. A clandestinidade (como o jogo do bicho) mantém os impactos nocivos sem gerar arrecadação de impostos ou fiscalização.
Os gastos no SUS permanecem.
5. Autodisciplina e ajuda profissional: A melhor abordagem envolve conscientização, autodisciplina em momentos de lazer e busca por ajuda médica antes que o hábito se torne um vício destrutivo.
6. Respeito ao espaço público e civilidade: A analogia com a flatulência expõe o contraste entre hábitos privados (que cada um exerce como quiser, inclusive gerando mercado) e a falta de respeito ao impor incômodos deliberados ao próximo em público.
7. Regulação de atividades econômicas e escolhas individuais: Se há demanda e atividade econômica envolvida, por mais bizarra que seja, ela deve pagar impostos e respeitar os limites do espaço alheio.
Atenção: O que for considerado crime deve ser tratado como tal.
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